[PRIMEIRAS IMPRESSÕES] Feridos - Lee, Jhey

By Soul dos Livros - 18:30

Boa noite!!

Trazendo para vocês essa belezura de primeiras impressões do livro "Feridos", da autora parceira Jhey Lee, que é um amor e uma das pessoas que mais me inspiram a continuar meu trabalho no Soul! Muito obrigada por tudo, Jhey! ^^ Espero que gostem!

Foto de Pry - @mini.biblioteca


ONDE ENCONTRAR: WATTPAD

SINOPSE: Tigres: eles conquistaram o respeito, limitaram o espaço pessoal, agora, apenas promovem o medo.
Dragões: há quem afirme que eles pertencem à máfia, mas isso, ninguém pode provar!
Panteras Negras: para serem reconhecidos precisam enfrentar os Tigres em uma luta oficial.
Irmãos Slater: conhecedores de Artes Marciais. É o bastante! Academia Elite: colégio educacionalmente evoluído.
Sury optou pela destruição.
Miguel encontra no suicídio a única saída. 
Jimmy: um amigo sem segundas intenções??
Kürt: um grande cretino arrogante e orgulhoso! Mas existe muito mais além dessa aparência.
Na máfia o que importa não é a vida, são as vendas!
O Kung Fu é o meio de resolver as diferenças.
AngelLee: é meiga e frágil - ou talvez não - e inocente, será?
Tire suas conclusões...



Quando comecei a ler "Feridos" eu já estava bastante animada com vários quotes e também por ter uma amizade gostosa demais com a autora. Mas mesmo com esses "conhecimentos prévios" eu não tinha ideia alguma do que eu ia encontrar. Antes, pensei que era um livro de fantasia, por causa da capa. Mas não. Trata-se de um livro profundo e que busca tratar de vários temas que, geralmente, são exageradamente romantizados na literatura. Desde automutilação, a drogas, solidão, entre outros mais. Isso me chamou muito a atenção e estou lendo o livro com muita curiosidade para saber aonde tudo isto vai dar.

Como os capítulos são relativamente curtos, escolhi ler em torno de sete ou dez (não lembro exatamente) antes de fazer as Primeiras Impressões, para dar mais tempo ao livro para me afetar. A narrativa é rápida e transita bastante entre o passado e presente, mas principalmente é uma narrativa em terceira pessoa e no presente. Estou me acostumando ainda com isso, pois eu nunca tinha lido um livro que tivesse escolhido essa narrativa. Além disso, é um livro cheio de diálogos, o que não é muito meu favorito. Para mim está estranho, mas é justamente o necessário para dar o efeito de rapidez ao livro, então eu relevo. Vou continuar lendo para ver se não é só falta de costume.

Falando sobre a história. O leitor acompanha principalmente AngelLee, uma garota bonita e delicada que acaba de se mudar para a escola nova, num país novo. Logo no início vemos várias coisas acontecendo e temos um gostinho da adrenalina e rapidez com que o livro prosseguirá. Ainda não tenho muita certeza de como será a história, porque por enquanto o leitor só consegue seguir os acontecimentos rápidos, acreditando que tudo se encaixará em breve. Após bater um papo com a autora, soube que é exatamente esse ritmo acelerado que foi o objetivo. Sendo assim, não vejo nada errado aí. Quanto 'a AngelLee, não amei, mas gostei dela. Aparentemente, ela será a pessoa que mais causará diferenças na vida de todos que a rodearem. Estou ansiosa para saber como isso ocorrerá.

Logo no início conhecemos algumas personagens, como o Kürt, Sam (irmão mais velho do Kürt), Jeffer, Allan, Jimmy e Vicky. AngelLee mora com os três primeiros e faz amizade com os outros dois depois. Percebemos que logo ela tem certo poder de calmaria em Kürt (violento e irritadiço) e rapidamente vira amiga de Jimmy, que a adora. Ainda estou tentando entender esse relacionamento de Jimmy e AngelLee, pois eu não sou exatamente o tipo de pessoa que fala "Eu te amo" para um amigo, e eles o fazem. Então na minha cabeça eu estou lutando contra a sensação de que o Jimmy está na friendzone (ou algo similar) mesmo ele não tendo segundas intenções com a Angel. Eu preciso continuar lendo para descobrir, na verdade, não quero fazer muitas suposições.

Uma das personagens que eu amei foi o Allan. Ele apareceu só uma vez nos capítulos iniciais, mas é claramente aquele tipo de homem marrento, mas profundo por dentro. Eu quero ele para mim, basicamente. A cena dele com a AngelLee foi a melhor das que eu li e o diálogo deles foi sensacional, a autora está de parabéns! Quero mais de Allan nesse livro, espero que ele apareça mais, rs. >> VAMOS TER ENTREVISTA ESPECIAL COM O ALLAN, MINHA GENTE! AAAH! *-* <<

O Kürt está me irritando bastante, porque ele é o tipo de pessoa que culpa os outros por todas as desgraças da vida dele, por doer menos fazer isso. Não sei quanto disso é verdade, mas eu acredito que ninguém é 100% culpado pelas escolhas que outra pessoa fez. Não sei se vou ter paciência para aguentar o drama dele, mas vamos ver como ele se sai.

De modo geral, eu estou lendo com tranquilidade, está fluindo, o que já é algo positivo. Pretendo terminar de ler logo no início de maio. Tudo vai depender de quanto tempo eu vou ter nessa semana caótica antes do casamento da minha irmã, rsrs.

Muito obrigada!

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